Numb3rs : o 27, o 18 e o 74

Porquê este número? Aqui está a pergunta que fizemos aos pilotos do WTCR Oscaro. Superstições, homenagens ou mero acaso, todas as semanas, até o final do ano de 2018, ofereceremos as explicações de cada piloto do campeonato.

Hoje, e para a primeira edição da série “numb3rs”, respondem os membros da Team Oscaro.

27, como John Filippi 

Pourquê o 27 ?

“Nos karts, sempre tive números diferentes, mas quando me pediram para escolher um número no campeonato TC2, o 27 era óbvio por várias razões. Primeiro, nasci no dia 27 de fevereiro. Logo, é um número que tem uma história. Por exemplo, era o número de Gilles Villeneuve na Ferrari em Fórmula 1.Finalmente, aprecio os números primos. São números muito interessantes. Basicamente, os meus dois números favoritos são o 7 e 9. Se somarmos os dois números (2 + 7, dois números primos), obtemos 9, o último dos números. Pensando nisso, acho que representa a minha filosofia. Na Bíblia, São Mateus disse: “os últimos serão os primeiros”. E com o trabalho, espero que um dia ser o primeiro”, explicou.

A minha primeira vez o 27…

“Foi em Marraquexe, em 2014, no TC2. Terminei essa época em nono lugar, mesmo na frente dos carros do tipo TC1. Pilotei um Seat Leon. Este não é um número que me faz particularmente feliz, mas é assim, é o meu número.”

Se pudesse escolher outro número…

“Espero nunca fazer isso. Mas, certamente, vou escolher o 3, pela a trindade.”

18, como Tiago Monteiro 

Porquê o 18 ?

“O número 18 sempre fez parte da minha vida. Este número sempre me acompanhou, nos momentos positivos e negativos. Na escola já tinha um fascínio por este númerpo, mas não me lembro porquê. Depois, o destino fez das suas: Em 2004, na World Series by Nissan, foi-me atribuído o número 18. No ano seguinte, na Fórmula 1, recebi novamente o 18. dia. A partir daí interpretei-o como um sinal e comecei a associar o número 18 à minha imagem.”

“Na altura, eu era apaixonado por motos e pela Nascar, e nessas modalidades, os pilotos eram muitas vezes associados ao seu número. Inspirei-me nisso para lançar o meu merchandising por volta do dia 18, e desde então, no começo de cada temporada, peço esse número.”

“Para o registo, mantive durante muito tempo o recorde do rookie mais consistente na F1. Participei em 18 corridas seguidas e a transmissão do meu monolugar partiu na 19ª corrida! Não consigo explicar o que se passa em torno deste número. Contudo, não sou supersticioso”, contou.

View this post on Instagram

Some things can’t be explained #18 #818 #tm18 #workhardayhard18 #numerology

A post shared by Tiago Monteiro (@tiagosworld18) on

A minha primeira vez com o 18…

“Para ser honesto, não me lembro da minha primeira corrida com o número 18. O que sei é que em 2004, na Worlds Series by Nissan, ele deu-me sorte. Terminei em segundo no campeonato e isso abriu as portas da Fórmula 1. “

Se devesse escolher outro número…

“Em 2016, participei no Grande Prémio de Macau, como parte da TCR International Series. O número 18 já tinha sido escolhido por um piloto russo. Ainda naquele dia, venci a corrida. Escolhi o número 81. Já que não consigo usar o 18, tento levar um número próximo o suficiente, com um 8.”

74, como Pepe Oriola

Porquê o 74 ?

“É apenas o meu primeiro número de corrida. Foi no Seat Leon Supercopa, em 2009. Eu tinha 15 anos, e naquele dia, fui premiado com o 74. Foi alguns anos após a morte do piloto MotoGP no GP do Japão, Daijiro Kato. Ele usava o número 74 no dia do acidente fatal em Suzuka. Quando soube que ia correr com o 74, pensei imediatamente nele. Tenho muito orgulho em representar um número como este. “

A minha primeira vez com o 74…

“Nesse dia, subi ao pódio embora o nível da corrida fosse muito alto. Desde então, este número traz-me sorte. Eu até tinha o número 74 tatuado no meu braço.”

Se pudesse escolher outro número…

“Escolheria o número 1, o número do campeão mundial de WTCR”

Descubra todas as informações WTCR Oscaro

Veja Também